domingo, 10 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
Comissão Brundtland, 1987
“Desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades”.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Boi voador não pode
São 80 milhões de cabeças na Amazônia: Manda prender esse boi ... Seja esse boi o que for ...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Questão de fundo 2
No fundo, os novos fundos do mercado agrícola internacional são os grandes responsáveis pela "era não-geográfica" da alimentação, para reiterarmos a expressão de Carolyn Steel. Quem vive em grandes cidades não imagina que o bife, o leite e os ovos consumidos vêm de algum lugar distante e improvável do planeta. Além disso, os preços em alta, frutos de mera especulação dos mercados da volatilidade, acabam com o fundo dos bolsos dos mais pobres, para não dizermos mais de outra maneira.
Contra Blairo Maggi
Para o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a área desmatada na Amazônia Legal caiu em junho. Para a Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) o desmate aumentou. Uma coisa é certa, como diz o Millôr: nas grandes cidades se mata, na Amazônia se desmata.
Será?
De Kassab para o povo de São Paulo: "Se eu tivesse bola de cristal, não teria participado (O prefeito foi secretário de Planejamento de Celso Pitta). As pessoas me conhecem hoje, sabem a minha maneira de trabalhar, a seriedade como trato dos recursos públicos", disse. "Se o tempo voltasse, evidentemente eu não participaria."
Questão de fundo
O Ministro Tarso Genro, em seu discurso contra os torturadores do regime militar: "Essa é uma discussão de fundo, da democracia, é uma discussão de fundo sobre todos. É uma discussão sobre as instituições da república, portanto, uma discussão sobre o nosso futuro".
Termômetro
O mundo aquece, enquanto a Exxon, maior petrolífera do mundo, aquece seu próprio cofre. A empresa teve no ano passado o maior lucro da história do capitalismo: US$ 39,5 bilhões.
Clima de Omissão
Parar limitarmos o aquecimento global a 2C, podemos jogar "somente" 750 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera neste século. Se nada for feito, será emitido até o fim do século 1,4 trilhão de toneladas. Isso é o que afirma os relatórios do IPCC, de fevereiro de 2007.
É muita sujeira para se atingir o "progresso", não?
É muita sujeira para se atingir o "progresso", não?
terça-feira, 29 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Mar sonoro
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Dia do Mar. Lisboa: Ática, 1947.
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terça-feira, 22 de julho de 2008
A Mídia e os banqueiros
A partir do momento que a imprensa chama Daniel Dantas de "banqueiro desonesto", fica evidente que algo cheira muito mal. Sabe-se que a expressão "banqueiro honesto" é paradoxo, antítese, oxímoro.
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domingo, 20 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Data
Não se navegam os corações como os mares deste mundo; não se trocam sensações como as mercadorias deste mundo; o escuro do futuro não é tão palpável quanto a renúncia deste mundo.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Espero
Espero sempre por ti o dia inteiro,
Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
O nevoeiro
E há em todas as coisas o agoiro
De uma fantástica vinda.
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Poemas Escolhidos. Seleção de Vilma Arêas. São Paulo: Companhia das Letras, 2004
Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
O nevoeiro
E há em todas as coisas o agoiro
De uma fantástica vinda.
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Poemas Escolhidos. Seleção de Vilma Arêas. São Paulo: Companhia das Letras, 2004
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quinta-feira, 17 de julho de 2008
No poema
No poema ficou o fogo mais secreto
O intenso fogo devorador das coisas
Que esteve sempre muito longe e muito perto.
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. "Mar Novo". In: Poemas Escolhidos. Seleção de Vilma Arêas. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
O intenso fogo devorador das coisas
Que esteve sempre muito longe e muito perto.
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. "Mar Novo". In: Poemas Escolhidos. Seleção de Vilma Arêas. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
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Instantes
Há intantes que são nossos; vivemos com eles. Em algibeiras líquidas, nós os guardamos, porque outros pintam e outros hão de pintar. No sonho colorido do pintor, eles aparecem imprimindo lágrimas, criando cores, ensejando traços, refazendo o desenho. Importam como força formadora e não como produto final. Conferem duração à gênese do tempo: vivimento real, eles formam e desformam. Nós os temos, mas sobretudo, procuramos.
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